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Após boa atuação pela seleção, Draxler manda recado ao técnico do PSG: "Pode contar comigo"

Um dos grandes destaques da goleada alemã por 6 a 0 diante da Noruega em duelo válido pelas Eliminatórias da Copa do Mundo de 2018 foi o meia-atacante Julian Draxler, autor de um gol e de uma assistência, além de ter apresentado um bom futebol. Ele também foi o comandante da Mannschaft no título recente da Copa das Confederações, usando, inclusive, a tarja de capitão.


O problema é que Draxler não começou muito bem a atual temporada no PSG, da França. Com as contratações de Neymar e Mbappé, o meia alemão foi relegado ao banco de reservas pelo treinador Unai Emery e, ao que tudo indica, deverá ser menos aproveitado como titular.

E o jogador está ciente disso. Tanto que ele mesmo preferiu não deixar o clube francês nesta janela de transferências para mostrar que pode, sim, atuar entre os 11 iniciais. "Eu escolhi deliberadamente nãoi deixar o PSG, mesmo me questionando sobre a concorrência. Temos dois reforços de 180 milhões de euros e 222 milhões de euros, mas contra a Noruega mostrei que o técnico pode contar comigo", comentou em entrevista ao Bild.

"Sei que a concorrência será pesada, o time se reforçou na posição que eu jogo. Mas os clubes de topo da Europa precisam de um grande plantel e com bons jogadores em todas as posições. A ideia é ir longe na Liga dos Campeões, por isso vou fazer meu melhor para conseguir atuar e ajudar no maior número de partidas", disse Draxler.

"Acredito que vamos entregar um grande espetáculo ofensivo no PSG e estou orgulhoso de fazer parte desta equipe que vai jogar para o ataque", continuou.

E ele fez questão de frisar: "Não podemos esquecer que comecei a treinar depois do restante do elenco, me juntei a todos um pouco mais tarde", finalizou o jogador da seleção alemã, que lembrou que jogou a Copa das Confederações e, por isso, teve um período maior de férias.

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